o novo bordado

Parece que o mundo tá mesmo na onda de valorizar o feito à mão (ainda bem) e retomar antigos hábitos que ajudavam as pessoas a relaxar, ao mesmo tempo em que criavam algo pra si. E uma galera anda bordando por aí, reinventando símbolos, indo além das florzinhas e bichinhos, ou misturando isso tudo pra fazer do bordado uma ferramenta a favor do feminismo. Se liga:

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O comportamento foi detectado primeiro lá fora, com o nome de riot embroidery, com mulheres usando desenhos de corpos femininos e outros ‘tabus’ pra fortalecer a luta de quem não dorme no ponto e tá reivindicando mudanças em todos os níveis da sociedade. Como pode, algo tão simples como o bordado voltar à cena com tom político?

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Pois além de carregar mensagens preciosas, o bordado também faz com que as pessoas retomem contatos e se agrupem pra praticar, trocar ideias, fazerem algo diferente no dia-a-dia. Afinal, nada melhor do que se sentir investindo tempo, energia e criatividade em algo feito com as próprias mãos.

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fotos: reprodução

Quer se juntar com esse pessoal? As meninas do blog Girl With Style já se reuniram uma vez pra uma oficina de bordado (a última foi na casa Catete 92, no Rio), e em SP a gente tá sabendo que existe o Clube do Bordado.

Em grupo ou sozinha, o importante é pegar agulha, linha e bastidor pra criar, refletir, questionar. Bora?

♡ no pinterest: tie dye

Túnel do tempo: vamos pros anos 70 e sua vibe alucinógena, libertária, paz e amor. Vamos voltar pro tie dye. Meu gosto: de preferência azul e na decoração!

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Tapete eu te quero!

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Quer sala mais boho que essa?

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Tapeçaria também pode! :)

Fiz tie dye (mostrei no meu snap marivferrari) esses dias com uma amiga aqui e é muito lindo ver as peças se transformando, a tinta formando caminhos inesperados e interessantes, deu vontade de tingir todas as minhas peças brancas, haha. Fiquei animada pra fazer mais e mais! Depois mostro aqui.

 

 

 

respiro da semana

Ele chegou! Aquele momento em que você tem tempo de ler o que quiser, assistir ao que quiser. Minhas dicas pra dar aquela alimentada no repertório:

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– Tá a fim de investir em quadros, pôsters e fotografias pra pendurar na parede de casa? Esse blog tem boas sugestões de como fazer algo com bom gosto.

– Faça você mesma a sua roupa, com a curadoria preciosa de um estilista. Essa biblioteca de modelagem em SP permite isso. Vem saber!

– Vive com dor de cabeça, gastrite, algum problema que se cura com anti-inflamatórios e etc? Hora de ouvir seu sintoma.

E, lembrando, minhas melhor dica é assistir ao doc The True Cost, que eu comentei no post anterior. Tô esperando saber o que vocês acharam… :)

o verdadeiro custo

Então, vamos lá: sabe mea culpa? Ignorar aquela verdade que sempre esteve ali pulsando numa reportagem e você preferiu não ler, num vídeo que não quis assistir, mas um belo dia você recebe o link de um documentário e, com a consciência mais despertada, resolve assistir e se deixar tocar pela história? Sim, isso foi o que aconteceu comigo esta semana.

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O documentário True Cost chegou no Netlifx e eu fiquei sabendo logo depois de ter dado uma passada na Zara e comprado algumas peças. Outch! Me senti ainda mais culpada e resolvi assistir logo. Já vou avisando que o filme é pra qualquer pessoa, ame e trabalhe com moda ou não. Por que todos estamos vestindo roupas, todos estamos comprando e muitas vezes sem ter consciência de que consequentemente todos estamos apoiando empresas que contratam mão de obra praticamente escrava em países onde não existem sindicatos, onde as condições de trabalho são insalubres e onde as pessoas estão reféns desses empregos porque simplesmente não têm outra oportunidade.

Assistindo ao documentário fica cada vez mais claro como comprando fast fashion estamos apoiando uma situação de domínio de empresas ricas que querem enriquecer ainda mais tendo poucos custos, por isso fazendo uso desses trabalhadores, e dando a justificativa de que estão ajudando a economia do país sub-desenvolvido. Sério? Ajudando com migalha, com miséria, com injustiça? Ok, você pode estar com o orçamento limitado e não ter grana pra comprar dois vestidos, uma bolsa e uma sandália numa marca slow fashion, mas se sentir melhor porque pode fazer isso numa Zara ou H&M da vida. Só que aí é hora de rever seu conceito de consumo, sua renda, seus objetivos de vida…

Por que as empresas sustentam essa injustiça visando criar produtos baratos e descartáveis, pra nós ocidentais comprarmos muito e acharmos que temos dinheiro pra ficar na muóda. E quais são essas marcas? Você já deve imaginar, o documentário mostra Zara, H&M, Gap, Primark, Uniqlo, mas existem muitas outras, a dica é sempre olhar a etiqueta pra ver onde o produto foi feito (países como China, Bangladesh, Vietnam e Cambodia são onde estão a maioria das sweat factories) e, claro desconfiar de algo muito barato.

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Acredito que, assim como hoje a consciência sobre a importância de se consumir alimentos orgânicos, de saber de onde vêm, quem produziu e se é realmente saudável, pagando um pouco mais por esses enormes benefícios, a consciência sobre o que você está vestindo também vai se espalhar cada vez mais por aqui. É hora de acordar, de ser menos egoísta, de valorizar o slow fashion, o feito à mão com boas condições de trabalho, o renovável, o reutilizável, o reciclado. É hora de gastar um pouco mais pra comprar menos peças, mas peças mais importantes, mais únicas e mais utilizáveis a longo prazo. É hora de investigar até de onde vem o algodão que está fazendo a roupa que você veste; ele é orgânico? Porque além de fazer mal pro meio-ambiente, algodão transgênico e produzido com pesticidas pode fazer mal pra nossa saúde. Afinal, as roupas são a nossa segunda pele.

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Não dá pra ignorar que milhares de pessoas sofrem todos os dias pra manter esse padrão de consumo enlouquecido de quem sustenta as marcas de fast fashion. Chega! E nem é legal ficar usando a mesma estampa, modelagem, peça que todas as it-girls/blogueiras/fashionistas estão usando. Moda é identidade pessoal, é seu estilo, e isso só se constrói com tempo, com estudo de si, com investimentos a longo prazo, valorizando cada peça que está no seu guarda-roupa.

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Vamos compartilhar mais matérias sobre isso, vamos boicotar essas empresas, vamos valorizar quem está inovando e fazendo comércio justo, vamos seguir os ativistas que ajudam a pressionar as marcas e mostrar pra sociedade a realidade por trás daquela blusa baratinha. Tenho algumas dicas: Livia Firth, que aparece no doc, e o Modefica, no Brasil, site que descobri há pouco tempo e estou apaixonada. Por aqui também quero me posicionar mais sobre isso e espalhar notícias mais animadoras sobre o assunto.

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De qualquer forma, reserve um tempo hoje, ou amanhã, pra assistir ao filme. Mostre pra mãe, pro namorado, pro amigo. Espalhe e ajude a tornar o mundo um lugar mais justo e, quem sabe, limpo!

yoko ono – one woman show

Não é simples falar sobre a arte de Yoko Ono. Suas criações são facilmente acessíveis ao primeiro olhar, mas carregam muitos significados, conceitos que embaralham nossas ideias e mexem com a gente… como a arte contemporânea deve ser. Fui no MoMa ver de perto a exposição sobre a musa de John Lennon (que é muito mais do que isso). Vem saber:

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A mostra fica em cartaz até Setembro e foi cuidadosamente montada pelo curador e pela própria Yoko, que aliás, deixa um recadinho no fim do percurso da exibição. Mais um sinal de que tudo foi feito com cuidado pra você se sentir um pouco na vida da artista. Talvez também porque sua arte é muito autobiográfica: fala de ser Yoko, fala de ser mulher, fala de ser artista, fala do mundo.

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E fala através de delicadas e fortes transgressões ao banal. Hoje, ver uma maçã sobre um pedestal de vidro pode parecer infundado, mas nos anos 60, quando a obra foi criada, era uma nova forma de refletir sobre o valor da arte, a transitoriedade do tempo e da vida. Por isso somos saudados com esse trabalho polêmico no começo da exposição. Aos poucos vamos descobrindo mais sobre a Yoko, e se nos deixamos mergulhar em seu pensamento sempre fora da caixa vemos como seu valor foi muito além de uma maçã e ganhou o mundo com um discurso de paz, não violência, feminismo, amor, empatia, inteligência

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“Pise na arte”, diz um trabalho, “esqueça isso”, diz outro. A anti-arte de Yoko reflete os novos rumos da contemporaneidade, trazendo uma reflexão ao trabalho, reflexão que vai além da obra e abre espaço na nossa mente pra novos insights, mudança de conceitos e vontade de sair da tal ‘zona de conforto’ e eu diria também da ‘zona de ignorância’. Porque ver o mundo com um outro – e encantador – olhar é simples, basta virar uma chavezinha na mente pra destravar o botão que deixa nossos pensamentos padronizados.

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Se entregar à essa exposição é também ter acesso a escritos do livro Grapefruit, que reúne 150 pequenos textos de Yoko que são como ‘instruções’ pra fazer arte, uma reunião das ideias mais possíveis às mais improváveis, todas guiadas pela imaginação da autora. Se o ‘click’ ainda não tinha vindo, esse é um bom momento pra se deixar levar e perceber que arte na verdade é um estilo de vida, que várias ações cotidianas ‘viram’ arte se a gente colocar a intenção, o conceito, a reflexão. Não é preciso, sempre, ter tela, pincel e tinta pra criar e inspirar…

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Observar a instalação Half Room é curioso. Um cômodo belamente decorado com cadeiras, estantes, utensílios, quadros, roupas, acessórios…mas todos pela metade. O que a artista queria? Despertar no outro a consciência de como somos todos incompletos, metades procurando significados na arte, na política, na moda, em lugares e em pessoas pra nos ajudarem a revelar nossa essência. Algo profundo, mas relativamente ‘simples’ de ser mostrado. Assim como Morning Piece, fragmentos de vidro com datas futuras coladas pra se ter um pedaço da manhã de um certo dia… quem não queria?

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Na expô também dá pra ver muitos trabalhos criados entre Yoko e John, casal unido pela arte e que mostrou como cada ação, cada período da vida (até a lua de mel) pode ter um significado, pode levantar uma bandeira, pra eles, principalmente política. Na época da guerra do Vietnã os dois espalharam cartazes dizendo que a guerra tinha acabado… se você quisesse. Um despertar pra quem estava se achando incapaz de mobilizar a paz naquele momento. Um recado pra vida toda, em qualquer época: a paz sempre vai ser uma opção.

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Ali, naquele pedacinho de Manhattan, a gente também entra numa máquina do tempo e acompanha algumas performances e instalações criadas por Yoko, algumas dos anos 60-70, outras feitas pra exposição.

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Fotos: @marivferrari

Uma delícia se envolver em cada trabalho e deixar sua mente e coração serem guiados por essa mulher que até hoje encanta com suas palavras e representações – quer ter um gostinho? Segue ela no Instagram. Por lá ela continua fazendo, e vivendo, arte.

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Que tal esverdear a casa, apostando em diferentes formas de decorar o lar com mais natureza? Deixar tudo mais bonito e cuidar das plantinhas ainda vira uma terapia. Selecionei algumas dicas:

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Um jeito legal de começar a dar mais vida em casa é fazer seu jardim suspenso, colocando os vasos presos ao teto – pra dar mais bossa aposte nos penduradores de macramê. Algumas plantas que fazem bonito assim são Jibóia, a Planta Aranha e a Samambaia (revival!).

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E sabe aquele espaço entre o corredor e o começo da sala? É perfeito pra ser lar de um vaso no chão com uma bela planta reinando por ali, de preferência uma espécie com caules altos, como Costela de adão, Ráfia e Dracaena.

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Tá sobrando espaço e você quer ter sua minifloresta em casa? Aposte numa incrível combinação de cactos e suculentas de tamanhos variados, em vasos de diferentes materiais e cores, alguns transparentes, outros coloridos… Aproveite o espaço de prateleiras, estantes e racks pra fazer aquele mix com a sua cara – e de quebra limpar um pouco da energia de casa!

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Quer dar mais graça pra sala? Nem pense duas vezes e coloque uma (ou várias) plantas fofas na mesinha ao lado do sofá ou da sua poltrona favorita. Traz mais delicadeza e vira uma companhia naquele dia de cineminha em casa.

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Essa é pra quem adora papel de parede e soltar a criatividade em tarefas manuais. Fica lindo usar estampas no padrão de folhas pra forrar o espaço em cima da cabeceira do quarto, por exemplo. E dar asas à imaginação recolhendo as suas folhas favoritas no jardim mais próximo pra fazer uma pequena e delicada instalação no canto que estiver precisando de mais amor!

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Ah, e os terrários são uma forma de ter seu jardim pessoal dentro de casa, enfeitar a mesa da sala, a prateleira do quarto, a janela, e onde mais você quiser com um mundo próprio feito com todo carinho. Pra olhar todo dia, cuidar, observas as mudanças e desacelerar um pouquinho.

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Quer se sentir mais em casa? Comece agora a colocar mais verde pra dentro que tudo vai melhorar.

a pasta de dente e o medo do simples

Outro dia, antes de dormir, vi um post da página da Bela Gil indicando a cúrcuma como um ingrediente que pode ser usado no lugar da pasta de dente pra fazer a escovação diária. Achei curioso e interessante. Pensei em um dia testar. Acontece que Bela se meteu numa polêmica digital com dentistas e outras pessoas que acharam irresponsabilidade dela dar essa dica… Bom, aqui vai meu relato pessoal sobre toda essa história.

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Há 6 meses venho usando pasta de dente sem fluor, uma mudança trazida pelo meu namorado, que mora nos EUA e quando foi me visitar no Brasil fez questão de levar um mega tubo da pasta Tom’s of Maine (que em seu site, aliás, explica tudo que vai em sua composição), porque ele sabia que no Rio era difícil achar um produto assim. Eu nunca tinha ouvido falar que existia uma pasta de dente sem flúor, mas li um pouco sobre o porquê das pessoas evitarem esse elemento e me rendi à novidade, feliz de ter aprendido algo importante e saber que existia essa possibilidade, que não estava rendida a ‘engolir’ algo que pode ser bem nocivo a saúde diariamente sem estar consciente disso.

Mas parece que muita gente, em vez de pensar/questionar “nossa, existe uma solução NATURAL pra cuidar dos dentes, não preciso mais ser completamente dependente de um produto farmacêutico que usa diversos elementos em sua composição que eu nem imagino o que são”, odiou a sugestão da Bela e criticou com todas as forças a moça – que é conhecida por militar pela alimentação natural – estar dando esta dica em sua página no Facebook. Ok, se você se entope de açúcar refinado, carnes, industrializados, talvez a cúrcuma seja muito leve pra limpar sua boca… mas pra quem tem uma alimentação leve e saudável pode ser o suficiente.

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Gente, por quê tanto medo, tanto ódio? Parece que quando alguém demonstra que existem soluções mais simples do que a gente foi educado a acreditar o mundo desaba e tudo está perdido. Já ouviu falar de No Poo, Low Poo? São mulheres de cabelos cacheados que cansaram de testar produtos químicos que prometiam maravilhas mas não resolviam suas questões capilares, e foram investigar o que estava por trás das fórmulas de shampoos e cremes, muitos deles vendidos a preços bastante salgados.

Elas descobriram que diversos desses produtos têm em sua composição elementos tremendamente danosos aos fios cacheados, e que sim, a solução pra deixar os cachos hidratados e livres pode estar em não usar shampoo, ou usar poucas vezes e observando os ingredientes da sua composição. E muitas vezes os produtos mais indicados e com melhores resultados são os mais baratinhos da farmácia. Isso é inteligência, isso é uma revolução, é questionar as empresas que dominam o mercado e ter o poder de saber o que se está comprando, usando, colocando na cabeça.

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Não estou falando pra todo mundo sair escovando os dentes com a tal cúrcuma e nunca mais voltar ao dentista. Claro que não! tire suas dúvidas, leia, questione, troque ideias… mas não rebata a sugestão dela com ódio e sentimento de “quem é você pra falar sobre isso?”. Por quê não procurar saber mais sobre os tais malefícios do flúor (usado em grandes quantidades), procurar saber onde encontrar pasta de dente sem esse elemento, se questionar por quê no Brasil ainda é difícil achar esse produto no mercado… que tal refletir um pouquinho mais sobre produtos que parecem tão simples e confiáveis mas, na verdade, você não sabe o por quê de estar usando, do que é feito, como é feito?

Já vimos pessoas serem queimadas na fogueira por se conectarem com a natureza, os elementos, o poder da astrologia… em nome da razão, que transformou o mundo nessa coisa linda, limpa, livre e igualitária que é a nossa sociedade. Algumas pessoas cansaram de ver tanta coisa errada, desigualdade e opressão e pra não ficar de braços cruzados estão tentando mudar, ir além e incentivar os outros a fazer o mesmo… pense nisso antes de julgar.

♡ no pinterest: tapeçaria

Já comentei aqui como adoro ‘perder’ uns minutos no Pinterest pra ver o que tem de criativo sendo compartilhado por aí. Hoje, minha seleção reúne tapetes que vêm conquistando meu coração, seja os de chão ou os de pendurar – toda casa hipster agora tem uma. Eu adoro tanto que fiz até uma aula experimental de tecelagem por aqui pra tentar aprender a fazer o meu.

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O processo manual me encanta, e na aula descobri que a tecelagem é mais fácil do que a gente pensa à primeira vista. Se entregar à tarefa é completamente relaxante e você se sente focada no objetivo final, terminar seu trabalho e pendurá-lo assim que possível. Tutoriais online também ajudam bastante.

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Percebi que depois de aprender o básico é só questão de praticar, escolher suas linhas com carinho e idealizar o tapete antes de começar a tecer. Minha aula foi na última sexta, no Brooklyn Brainery (já contei aqui) e esta semana vou nas lojas indicadas pela professora pra garimpar meus materiais. :)

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Pesquisando sobre isso, descobri o trabalho da artista Lenore Tawney, de uma precisão e criatividade encantadoras. Ainda fiquei sabendo que tá rolando no Museu de Artes e Design de NY uma exposição que mostra mais do trabalho dela e de outras mulheres que usaram o artesanato pra fazer arte. Já tá na lista must go do mês.

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E você, tá a fim de tentar uma nova atividade manual? Dou a maior força, é só se arriscar e começar!

respiro da semana

Semaninha conturbada pra alguns, mas sempre dá pra ler ou ver alguma coisa que alivia o stress e dá mais ânimo pra continuar seguindo. Minhas sugestões:

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Esse post da Elis no blog da Renata Abranchs mostra como, cada vez mais, as pessoas estão encarando a alimentação como uma manifestação política e social. Você ser capaz de escolher os alimentos que coloca na sua mesa, você ter tempo de cozinhar suas receitas, você ignorar de vez os alimentos industrializados e você estar cada vez mais próximo ao agricultor que produz os elementos essenciais pra ter saúde: o poder volta pra nossas mãos.

– A Fê, nova editora do adoro (<3) entrevistou o Tom Zé, e é uma delícia se perder e se encontrar em suas palavras e seus pensamentos que voam voam e trazem um pouco de otimismo a todos nós… dá pra ler tudo aqui.

– A Isadora fez uma lista de documentários especialíssimos que falam sobre felicidade, nossa missão no mundo e outras coisinhas mais. Tem o I am, que falei aqui semana passada, mas tem outros super legais também, e disponíveis online. Dá uma olhada!

Bom descanso, bom fim de semana!